“Sê feliz como és, não mudes a tua rotina pelo o que outros exigem de ti, vive apenas de acordo com o teu modo de viver.”
(Bob Marley)
"O movimento de luta contra a discriminação e de defesa dos direitos das populações LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros), tal como o conhecemos começou em 1970, aquando da marcha que assinalou o primeiro aniversário dos «motins do Stonewall».(...)
Nos anos 90, nos países onde a epidemia da SIDA parecia estar controlada e o público informado, assistiu-se a uma série de campanhas que resultaram na aprovação de legislação anti-discriminação e na mudança de mentalidades. Assim, se é um facto que a homofobia ainda grassa, também é verdade que foram eleitas ou nomeadas pessoas assumidamente LGBT para cargos públicos/políticos e que a homossexualidade deixou de ser um assunto proibido para passar a ser uma realidade abordada nos filmes e séries de televisão (nem sempre de forma correcta), nos telejornais e em algumas salas de aula."
(texto retirado de A origem do Movimento Civil LGBT com supressões)
“Rótulos são para arquivo. Rótulos são para roupas. Rótulos não são para pessoas.”
(Martina Navratilova)
O Dia Internacional do Orgulho LGBT, também conhecido como Dia do Orgulho Gay ou simplesmente Orgulho Gay (gay pride), é uma série de eventos que através de celebrações públicas tentam apelar à tolerância e igualdade dos homossexuais, bisexuais e transexuais. Acontece a 28 de Junho, precisamente pelos "motins de Stonewall".
“Assim como negros, mulheres, pobres e os demais grupos que de uma forma ou outra sofrem discriminação, deve haver medidas direccionadas para o grupo LGTB”
- Direito de escolher o(a) parceiro(a) ideal;
- Direito de viver plenamente a sexualidade sem medo, vergonha, culpa e falsas crenças;
- Direito de viver a sexualidade independente de estado civil, idade ou condição física;
- Direito de escolher se quer ou não ter relações sexuais;
- Direito de expressar livremente sua orientação sexual: heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade, entre outras;
- Direito de ter relação sexual independente da reprodução;
- Direito ao sexo seguro para prevenção de gravidez indesejada e da DST/HIV/AIDS;>
- Direito a serviços de saúde que garantam privacidade, sigilo e atendimento de qualidade e sem discriminação;
- Acesso a métodos contraceptivos, assistência ginecológica e prevenção de câncer;
- Direito à doação e ao tratamento para a infertilidade;
- Direito à igualdade entre os géneros quanto às responsabilidades contraceptivas e reprodutivas;
- Direito à liberdade e autodeterminação reprodutiva, livre de descriminação, coerção ou violência;
- Direito à livre escolha de ter ou não ter filhos, em que momento de suas vidas, de decidir os intervalos dos nascimentos e de constituir família;
- Direito a serviço de saúde pública de qualidade e acessível, durante todas as etapas da vida;
- Direito de homens e mulheres participarem com iguais responsabilidades na criação dos filhos.



