(continuação)

No entanto, o cérebro humano é um órgão muito maleável e quando recebe determinadas hormonas pode formar pessoas com diferentes orientações sexuais, ou mesmo, transexuais.

 
Num bebé masculino futuramente homossexual, os níveis de testosterona são mais baixos ou mais altos que o normal. Daí que, quando o indivíduo chega à puberdade, quando os caracteres secundários se revelam, começa a sentir atracção pelas feromonas masculinas, pelas formas físicas masculinas, e não nos caracteres femininos como aconteceria num heterossexual.


Num embrião que, no futuro, tenderá para a bissexualidade, os níveis de testosterona ficam a "meio termo", isto é, o centro sexual do bebé tanto é masculino como feminino.

A transexualidade é um pouco mais complicada. Primeiro, não é uma orientação sexual. É, sim, uma identidade sexual. Presume-se que o factor hormonal intervenha numa fase mais final, porque o corpo do bebé já está formado para um determinado sexo, sendo que o seu cérebro no entanto é do outro sexo.